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JEJUM

Jejum é uma recomendação. No Velho Testamento, na lei de Moisés, os judeus tinham um único dia de jejum instituído: o do Dia da Expiação (Lv.23:27), que também ficou conhecido como “o dia do jejum” (Jr.36:6) e ao qual Paulo se referiu como “o jejum”(At.27:9).

A Bíblia relata não apenas de pessoas que jejuaram e da forma como o fizeram,mas infere que nós também jejuaríamos e nos instrui na forma correta de fazê-lo. Mas quando consideramos o ensino de Jesus sobre o jejum, não há como negar que o Mestre esperava que jejuássemos (leia Mt.6:16-18) “Quando” denota que um dia, ou momento jejuaríamos! Veja, que Jesus ensina a seus discípulos a jejuar com a motivação correta, ou seja, eles jejuariam.

O PROPÓSITO DO JEJUM

Há uma afirmação de Kenneth Hagin acerca do jejum:

O jejum não muda a Deus. Ele é o mesmo antes, durante e depois de seu jejum. Mas, jejuar mudará você. Vai lhe ajudar a manter-se mais suscetível ao Espírito de Deus“. O jejum não tornará Deus mais bondoso ou misericordioso para conosco, ele está ligado diretamente a nós, à nossa necessidade de romper com as barreiras e limitações da carne.

O Jejum Deixará Nosso Espírito Atento, Pois Mortifica A Carne E Aflige Nossa Alma.

Creio que o propósito primário do jejum é mortificar a carne, o que nos fará mais suscetíveis ao Espírito Santo. Há outros benefícios que decorrerão disto, mas esta é a essência do jejum.

Alguns acham que o jejum é uma “varinha de condão” que resolve as coisas por si mesmo, mas não podemos ter o enfoque errado. 

Quando jejuamos, não devemos crer NO JEJUM, e sim em Deus. A resposta às orações flui melhor quando jejuamos porque através desta prática estamos liberando nosso espírito na disputada batalha contra a carne, e por isso algumas coisas acontecem. O jejum ajuda a liberar a fé!

DIFERENTES FORMAS DE JEJUM

Há diferentes formas de jejuar. As que encontramos na Bíblia são:

  1. a)Jejum PARCIAL. Normalmente o jejum parcial é praticado em períodos maiores ou quando a pessoa não tem condições de se abster totalmente do alimento (por causa do trabalho, por exemplo) O profeta Daniel diz exatamente o quê ficou sem ingerir: carne, vinho e manjar* desejável (*coisas desejáveis e apetitosas que alegram a alma).
  2. b)Jejum NORMAL. É a abstinência de alimentos, mas com ingestão de água. Foi a forma que nosso Senhor adotou ao jejuar no deserto. Denominamos esta forma de jejum como normal, pois entendemos ser esta a prática mais propícia nos jejuns regulares(como o de um dia).
  3. c)Jejum TOTAL. É abstinência de tudo, inclusive de água. Na Bíblia encontramos poucas menções de ter alguém jejuado sem água, e isto dentro de um limite: no máximo três dias. A água não é alimento, e nosso corpo depende dela a fim de que os rins funcionem normalmente e que as toxinas não se acumulem no organismo. Há dois exemplos bíblicos deste tipo de jejum, um no Velho outro no Novo Testamento.

PODEMOS FALAR QUE ESTAMOS JEJUANDO ?

Algumas pessoas são extremistas quanto a discrição do jejum, enquanto outras, à semelhança dos fariseus, tocam trombeta diante de si. Em Mateus 6:16-18, Jesus condena o exibicionismo dos fariseus querendo parecer contristados aos homens para atestar sua espiritualidade. Ele não proibiu de se comentar sobre o jejum, senão a própria Bíblia estaria violando isto ao contar o jejum que Jesus fez… Como souberam que Cristo (que estava sozinho no deserto) fez um jejum de quarenta dias? Certamente porque Ele contou! Não saiu alardeando perante todo mundo, mas discretamente repartiu sua experiência com os seus discípulos.

Assunto:O Primeiro é de DEUS

A Bíblia fala muito a respeito de dinheiro. São mais de dois mil versículos tratando, de uma forma direta ou indireta, sobre finanças. O dinheiro diz muito a nosso respeito. A maneira como lidamos com o dinheiro revela muito as nossas prioridades, lealdades e afeições. De fato, a maneira como lidamos com ele revela muito o nosso caráter. A forma como tratamos a questão financeira vai determinar, em grande medida, o nível das bênçãos que receberemos de Deus, pois nada mostra mais o nosso coração do que o dinheiro e as palavras (Lc 6:45; Mt 6:21). A maneira como lidamos com o dinheiro mostra qual é o lugar de Deus em nossa vida. Jesus disse que, onde estiver o nosso tesouro, ali estará o nosso coração. O coração está no centro dos interesses de Deus. Por isso, a questão do dinheiro é tão importante, pois ele é o único a concorrer com Deus no controle de nosso coração.

Aquilo em que primeiro aplicamos o nosso dinheiro demonstra onde está a nossa prioridade e lealdade. Precisamos colocar Deus em primeiro lugar em nossa vida: em nossa família, profissão e, acima de tudo, em nossas finanças. Um princípio importante na vida espiritual é reconhecer que as coisas mais importantes precisam vir primeiro. O dinheiro é importante porque ele sempre mostra quem vem em primeiro lugar. Na Palavra de Deus, existe um princípio muito importante que chamo de “princípio do primeiro”. O primeiro é de Deus. Em última análise, tudo pertence a Deus, mas Ele nos permite usufruir graciosamente de quase todas as coisas. Existem, porém, algumas que são exclusivamente de Deus e ninguém pode tocar.

O exemplo de Adão e Eva

No Éden, quando Deus criou o homem, havia a árvore do conhecimento do bem e do mal, ela era exclusivamente de Deus. A tentação do diabo, todo o tempo, é levar o homem a tocar naquilo que é só de Deus. O homem pode ter tudo, uma infinidade de árvores no jardim, uma variedade enorme de frutos. Todavia, o diabo quer levá-lo a tocar naquilo que é de Deus. Deus não criou o homem para ser Seu escravo e nem colocou a árvore do conhecimento do bem e do mal para tentar o homem. Alguns pensam que aquela árvore era tentadora, mas isso não é verdade (Tg 1:13). Quando Deus separou algo exclusivamente para si, foi para mostrar ao homem que Ele é o Senhor. Deus deu ao homem poder e autoridade para sujeitar, mas havia algo que estava acima da autoridade de Adão e Eva. Eles deveriam ser lembrados, pela proibição, que eram comandados por Deus. Quando comeram do fruto, tomaram algo que era de Deus, e o resultado foi a morte. Ao tomarmos o que é de Deus, nos fazemos iguais a Ele, e esta é uma atitude luciferiana. Somente Deus é o primeiro. Quando ocupamos o primeiro lugar, estamos tentando tomar o lugar de Deus.

Os primeiros frutos devem ser ofertados

Os primeiros frutos também deveriam ser ofertados porque o primeiro fruto também é de Deus (Êx 34:26). O Senhor diz que as primícias dos primeiros frutos eram d’Ele. Não eram apenas os primeiros, mas os primeiros entre os primeiros. Deus jamais aceita ser o segundo. A primeira colheita é de Deus, o primeiro fruto que desse numa árvore era de Deus, o primeiro de qualquer coisa deve ser ofertado a Deus. Essa é a maneira de você demonstrar a primazia de Deus em sua vida. Deus somente pode ser honrado se Ele for o primeiro (Pv 3:9,10).

O exemplo de Abel e Caim

A oferta de Abel foi a primícia do rebanho, mas a oferta de Caim não foi a primícia da sua colheita (Gn 4:3-5). Esse foi um dos motivos por que a oferta de Abel foi aceita e a de Caim rejeitada. Deus aceita somente o primeiro e somente quando Ele é colocado em primeiro lugar. A oferta de Caim não procedeu de fé, pois ele trouxe ao Senhor algo depois de algum tempo, ou seja, depois de juntar alguma colheita. Na Bíblia, o trabalho agrícola significa suor do rosto e aponta para a obra humana, enquanto o trabalho do pastor significa fé e confiança na graça. Deus não aceita nada que não depende de fé. Abel trouxe as primícias, ou seja, ele não esperou ter mais para ofertar ao Senhor, deu o primeiro antes de o segundo vir. A Bíblia diz que Abel ofereceu um sacrifício que envolveu sangue, por isso Deus aceitou, enquanto Caim não. Todavia, no livro de Levítico, vemos que Deus aceitava oferta de cereais tanto quanto aceitava de animais. Por que, então, a oferta de Caim não foi aceita? Deus não faz acepção de pessoas. A chave está no verso 4, Abel trouxe para Deus o primeiro. Se Deus não é o primeiro em nossa vida, então não é o nosso Deus. Ele só pode operar em nós se estiver na posição de primeiro. Abel desfrutou da bênção porque colocou Deus em primeiro lugar.

O exemplo de Abraão e Isaque

Houve um momento em que Deus precisou comprovar o lugar que possuía na vida de Abraão. Era necessário demonstrar diante do mundo espiritual que o Senhor era Deus na vida de Abraão, e a única maneira seria através de uma prova para ver se Deus ocupava o primeiro lugar. Deus, então, requereu o primeiro filho de Abraão (Gn 22:2). Antes que Abraão concretizasse o sacrifício, o Senhor lhe disse: “Não estendas a mão sobre o rapaz e nada lhe faças; pois agora sei que temes a Deus, porquanto não me negaste o filho, o teu único filho” (Gn 22:12). Tanto a fé quanto o lugar de Deus na vida de Abraão ficaram evidentes: Deus era o primeiro. Dar o “Isaque” não significa necessariamente dar o melhor ou o sacrificial, mas, antes de tudo, significa dar o primeiro.

O primogênito é do Senhor

Certas coisas são exclusivamente de Deus. Todo primogênito é de Deus. Por dezesseis vezes no Velho Testamento, o Senhor diz isso (Êx 13:12-13). A Palavra do Senhor diz que, se as primícias forem santas, todo o resto será santo também (Rm 11:16). Jesus era o primeiro, e o primeiro foi e é santo. Nós viemos depois e somos santificados pelo primeiro. O primeiro tem o poder de santificar. É por isso que o primeiro é de Deus. Quando Deus deu o Seu Filho, Ele era apenas o unigênito. Deus entregou Seu Filho unigênito como oferta. Ele não tinha garantia de que os homens creriam n’Ele, de que viriam. Todavia, mesmo sem ter ainda nenhum outro, Ele entregou o único que tinha. Este é o princípio que Ele exige de nós hoje. Muitos de nós só damos o dízimo depois de pagar todos os outros compromissos, Deus não. Ele deu tudo quando só tinha um. Uma vez que Ele deu esse um, pode colher multidões incontáveis. Ele deu tudo. Porque Ele deu tudo, Ele pode ter todos. O princípio do primeiro é muito poderoso.

O exemplo dos primogênitos no Egito

Deus havia dito a Faraó para deixar sair o Seu primogênito (Êx 4:22-23). Faraó não acatou a ordenança de Deus, então Ele começou a enviar as pragas, que se tornaram progressivamente mais severas. A história das pragas não é uma analogia que as pessoas gostam de aplicar à sua própria vida. Assim como os egípcios, sempre existem aqueles que acham que não há nada a ser mudado em sua vida porque não conseguem ver a chegada do julgamento. Os pequenos problemas podem ser uma advertência de Deus. Hoje, são alguns “mosquitos e gafanhotos”, mas é progressivo. Se não houver mudança, o juízo pode se tornar severo. A lição das pragas é esta: se não colocarmos Deus em primeiro, isso não O impedirá de ser o primeiro. Ele entrará em demanda com você até que seja colocado em Seu lugar devido: o primeiro lugar.

O exemplo de Jericó

No livro de Josué, lemos que depois de caminhar pelo deserto por quarenta anos, o povo de Israel estava prestes a conquistar a terra prometida. E a primeira cidade com que eles se depararam foi Jericó, a primeira cidade que o povo de Israel conquistou. O primeiro pertence sempre a Deus (Js 6:18-19). Nas demais cidades que eles conquistassem, o povo poderia dividir os despojos, mas, nessa primeira cidade conquistada, todo o despojo era do Senhor. Jericó era a primeira, e tudo que é o primeiro é de Deus. Sobre o dízimo, se diz que tem de ser das primícias, porém, não se menciona quantidade. Não é, portanto, uma questão de quantidade, mas de demonstrar quem tem o primeiro lugar. Você demonstra isso na forma como oferta ao Senhor. Deus é o primeiro a receber ou é o último? Deus é o primeiro da lista ou é aquele que entende? “Não, Deus entende, vou pagar primeiro essas coisas”. Deus é o último ou é o primeiro em sua vida?

O exemplo de Acã

Como já vimos, a primeira cidade a ser conquistada em Canaã foi Jericó. O Senhor disse que todo ouro e prata daquela cidade seriam d’Ele, porque era a primeira (Js 6:18-19). A partir da segunda cidade, os despojos poderiam ser divididos entre o povo, mas, na primeira, tudo era de Deus. Porém, certo homem chamado Acã tomou das coisas consagradas ao Senhor e, como consequência, foi amaldiçoado e morto. Acã foi amaldiçoado porque aquilo era santo e consagrado e nenhum homem poderia pegar. Jericó foi a primeira cidade a ser conquistada e, como primícia, pertencia a Deus. Era algo santo, que pertencia à casa do Senhor. Se alguém pegar os dízimos ou as primícias, terá a mesma maldição de Acã. Deus, sendo gracioso, deu tempo e oportunidade para que Acã se arrependesse, pois a sorte foi caindo sobre cada nível de Israel antes de chegar em Acã (Js 7.16-20). Josué mandou que Acã desse glória a Deus porque ele havia roubado a glória de Deus de ser o primeiro. Temos ignorado o fator Acã, mas, por causa de uma pessoa, a bênção deixa de vir. A questão não é descobrir quem é Acã, mas termos a disposição de não ser um.

O exemplo de Paulo

Paulo ensina aos coríntios: “Quanto à coleta para os santos, fazei vós também como ordenei às igrejas da Galácia. No primeiro dia da semana, cada um de vós ponha de parte, em casa, conforme a sua prosperidade […]” (1 Co 16:1-2). “Cada um de vós ponha de parte, em casa conforme a sua prosperidade”. No original, a palavra “conforme” usada aqui é “proporcional”. E nós sabemos que a proporcionalidade bíblica é o dízimo, que deve ser entregue no primeiro dia da semana. Se Deus é o Senhor em nossas vidas, então o primeiro dia deveria ser consagrado a Ele. Existem irmãos que vão ao culto de vez quando e se desculpam dizendo que podem adorar a Deus em qualquer lugar. É verdade. Mas qual é o momento exclusivamente de Deus que demonstra a posição d’Ele em nossas vidas? Domingo é o dia do Senhor, separe-o para Deus. Se Ele não é o primeiro em sua vida, não espere que Sua glória venha, nem que a unção se manifeste através de você. Deus precisa ser o primeiro. Quando você dá o primeiro para Deus, Ele santifica o resto. Se você separa o domingo para buscar a Deus e adorá-lO, Ele santifica os outros seis dias da semana por amor desse tempo que você dedicou a Ele.

Pr. Marcos Motta

Pastor da Igreja Videira Garavelo

 

O Céu é de Verdade

Pastor Todd Burpo e o pequeno Colton
Pastor Todd Burpo e o pequeno Colton

Pastor Todd Burpo conta como é o céu que seu filho viu

O pastor Todd Burpo é autor do best-seller “O Céu é de Verdade“, que ano passado ganhou uma versão cinematográfica. Ele é o pai de Colton, que tinha 4 anos quando passou por uma experiência sobrenatural em 2003 durante uma cirurgia. Ele passou um tempo no céu e, quando voltou, narrou aos pais o que viu.

Os detalhes de sua experiência geraram muito debate e tiveram um grande impacto na vida e ministério de toda a família. O pai de Colton afirma que decidiu divulgar a história para lembrar a todos de que o céu é real. Mesmo assim, ele foi criticado por muitos cristãos que não aceitavam o relato do menino como fidedigno.

Todd concedeu uma entrevista à jornalista Kritie Christie do Huffington Post sobre o assunto, que foi traduzida e adaptada pelo portal Gospel Prime.

Kristie Christie: O quanto o filme conseguiu ser fiel ao livro? Existem coisas que foram acrescentadas ou podemos confiar em tudo que está no filme?

Todd Burpo: Hollywood teve que fazer algumas mudanças por causa do comprimento e estilo do filme. Mas creio que a história é muito fiel ao livro. Hollywood sabia que havia uma base grande de pessoas que leram o livro e não ficariam felizes se o filme mostrasse algo diferente do que leram. Ver o filme é algo muito próximo da experiência que tive há 11 anos, quando meu filho começou a contar essas histórias.

Minha esposa e eu temos dificuldade em assistir ao filme, porque retrata vários dos momentos mais dolorosos de nossa vida. O que nos anima é que alguns dos mais severos críticos de cinema ateus têm dito que o filme vai fazer você pensar. Isso me deixa animado, quero que as pessoas repensem suas concepções pessoais e se abram para o fato de que o céu é um lugar real.

Sim, é sempre bom reavaliar nossas crenças e repensá-las. Também imagino como foi duro o que sua família passou.

Estou feliz que chegamos até aqui desde que voltamos do hospital com nosso filho. Colton hoje tem 16 anos.

Muitos críticos sugerem que, durante todo esse processo, Colton poderia ter misturado, mesmo sem querer, elementos fantasiosos para simplesmente criar uma história, mesmo que seja uma boa história. Qual é a sua resposta aos críticos?

Os críticos não leram o livro. Se eles forem honestos, admitirão que a sua crítica não tem fundamento. A verdade é que as pessoas não entendem a vida da cidade pequena. Temos 2.000 testemunhas de todos esses detalhes em nossa vida, simplesmente não poderíamos ter inventado tudo.

Colton sabia coisas que nenhuma criança de 4 anos de idade poderia saber. Coisas que nenhum professor de Escola Dominical poderia ter ensinado. Gostaria de convidar a todos para verem o filme e lerem o livro antes de ter uma opinião sobre o assunto.

Este não é um filme cristão com uma história fácil, onde a vida é fácil e tudo acaba bem. Esta é a nossa vida real. Não é ficção e quero que as pessoas saibam que podem ter esperança. Mas estamos preparados para mais críticas.

Como você viveu esta viagem única? Como é o céu? Eu acho que a maioria das pessoas estão curiosas sobre o que acontece depois que morremos. O que ocorre, de acordo com Colton?

Bem, há muito mais detalhes no livro, mas Colton testemunhou que o céu está cheio de amor de Deus. Você apenas sente. Você não precisa falar sobre isso. Nós também temos corpos, mas que parecem jovens e não são iguais aos corpos cansados com que acabamos nossa vida aqui. Ele também viu a face de Jesus, você verá isso no filme. Ele também entendeu a trindade, que Deus é três pessoas, de uma forma que é normalmente difícil para nós entendermos.

Colton disse que há animais no céu, que ele brincou com leões e gostou muito do cavalo de Jesus, que tinha o pelo como um arco-íris. Ele descreveu o céu como um lugar cheio de amor e colorido. Gosto de pensar que relatamos [no livro e no filme] como é voltar de uma longa viagem e estar no lugar que você pertence. O céu é a nossa casa.

Assista ao trailer (Legendado):

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